As montanhas que escondem o horizonte. Como a querida Ana, também eu sou pessoa de horizontes. De olhar até onde a vista alcança... Quer seja nos campos, onde essa linha é bem visível e divide o verde da natureza do azul do céu. Quer seja no mar, onde por vezes se torna difícil de distinguir onde acaba o oceano e começam os céus. Quer seja ainda, no topo de uma vila ou cidade, onde o nosso olhar se perde nos edifícios, nos telhados, ou no rio ao fundo, como em Lisboa. Ter o horizonte a descoberto, tentar ver o máximo que conseguimos, o máximo que alcançamos, faz parte de mim. Com o sol como companhia; de dia, forte radiante, e ao final da tarde a preencher o nosso horizonte de tons laranjas e rosas, como num dia de Verão. É quase, como um renovar de esperança, um novo fôlego da vida. O Horizonte a descoberto é como se fosse a vida a mostrar-nos, que pode haver sempre mais, mais uma possibilidade, mais uma razão, mesmo que por vezes não a consigamos vislumbrar.
As montanhas por sua vez, têm um efeito diferente. Altas, imponentes, fazem-nos sentir pequenos, por vezes, quase, como encurralados. Por outro lado são detentoras de uma beleza gigantesca, proporcional ao seu tamanho. Tapam-me o sol tantas vezes, não que ele não tente escapar, e faz-se notar por entre as sombras dos Alpes, chega até nós, muitas vezes, numa luz difusa, filtrada, ainda assim, tão bonita. Quando chego a Portugal, dou por mim, a fechar os olhos e a sentir a luz, a claridade, o calor... o sol na face... e sabe tão bem... Nos Alpes, mais dificilmente isto acontece. No entanto os Alpes, as montanhas da Suíça, guardam em si, uma força imensa... quase como se nos quisessem mostrar, que é possível, que tudo é possível, pode ser difícil a escalada, mas é possível chegarmos lá, o que quer que seja que ansiamos na nossa vida. É possível tocar os céus.
E estas imagens que hoje vos deixo, mostram um pouco desta força e beleza; o topo das montanhas, os campos verdes, o sol por entre as árvores e folhas, e flores, muitas flores. O Verão pode ainda não ter chegado aqui, a chuva pode ainda não ter parado de cair, mas a beleza está sempre lá. Basta que a consigamos ver. Com ou sem, linha de horizonte.
As montanhas por sua vez, têm um efeito diferente. Altas, imponentes, fazem-nos sentir pequenos, por vezes, quase, como encurralados. Por outro lado são detentoras de uma beleza gigantesca, proporcional ao seu tamanho. Tapam-me o sol tantas vezes, não que ele não tente escapar, e faz-se notar por entre as sombras dos Alpes, chega até nós, muitas vezes, numa luz difusa, filtrada, ainda assim, tão bonita. Quando chego a Portugal, dou por mim, a fechar os olhos e a sentir a luz, a claridade, o calor... o sol na face... e sabe tão bem... Nos Alpes, mais dificilmente isto acontece. No entanto os Alpes, as montanhas da Suíça, guardam em si, uma força imensa... quase como se nos quisessem mostrar, que é possível, que tudo é possível, pode ser difícil a escalada, mas é possível chegarmos lá, o que quer que seja que ansiamos na nossa vida. É possível tocar os céus.
E estas imagens que hoje vos deixo, mostram um pouco desta força e beleza; o topo das montanhas, os campos verdes, o sol por entre as árvores e folhas, e flores, muitas flores. O Verão pode ainda não ter chegado aqui, a chuva pode ainda não ter parado de cair, mas a beleza está sempre lá. Basta que a consigamos ver. Com ou sem, linha de horizonte.
Tão bonito! Gosto tanto desta foto.



